O orgulho

O orgulho

Orgulho é um sentimento de satisfação de alguém pela capacidade, realizações ou valor de si próprio ou de outrem. O orgulho pode ser visto tanto como uma atitude moralmente positiva como negativa, dependendo das circunstâncias. 

 

Reconhecer que fomos precipitados nos argumentos significa, muitas vezes, humilharmo-nos  e fazermo-nos pequenos, reconhecer que erramos. Perdoarmos ou liberarmos perdão não é termos “amnésia” sobre o ocorrido, mas sim disponibilizarmo-nos a restabelecer o relacionamento abalado.

 

Do remorso ao perdão há uma pequena distância, mas o espaço é grande o bastante para residir o orgulho. Sentimento este que nos tentará convencer de que o ato de se desculpar ou reconhecer seu erro é atitude dos fracos.

Armas contra o orgulho

A emoção 

O perdão 

Reflexão interior e firme resolução 

Psicoterapia Prânica nos chakras afetados

 

O orgulho disfarça o medo ante certas circunstancias.  A aquisição do conhecimento freqüentemente faz um homem ficar preguiçoso e orgulhoso, enquanto karma pode tornar o homem orgulhoso. A menos que um aspirante espiritual seja capaz de se livrar desses defeitos, ele não pode se estabelecer em kevala bhakti (devoção completa), que é absolutamente essencial para a realização de Deus. Os sábios, portanto, adotarão uma conduta que os livre dos efeitos maléficos do conhecimento e da ação.

 

A regra de ouro para se livrar dos próprios defeitos é criar o sentimento oposto na mente e colocá-lo em prática.

Tipos de Orgulho

O orgulho é principalmente de três tipos, e cada um deles tem resultados desastrosos.

  1. O primeiro tipo de orgulho é a vaidade, que surge quando uma pessoa pensa que merece mais do que está conseguindo, o que o faz desenvolver uma atitude arrogante em relação aos outros. Quem se entrega a isto, perde seu julgamento discriminativo, exatamente como acontece a um bêbado. O homem é diferente do animal, apenas porque possui discriminação e intelecto. Assim como um bêbado perde gradualmente esta inestimável qualidade, um homem cheio de orgulho também se torna privado desta faculdade. Como a perda da faculdade racional é contra as virtudes humanas fundamentais, beber é um pecado. Da mesma forma o orgulho é também um pecado e leva à decadência do individuo.
  2. Auto-engrandecimento é o segundo tipo de orgulho. Ao ficar cheio de vaidade, a pessoa quer projetar sua imagem de maneira exagerada. Freqüentemente, ouve-se alguém dizer que tem uma rosa do tamanho de um balão em seu jardim, quando a rosa real pode se do tamanho de uma bola de pingue–pongue. A entrega constante a esse tipo de atividade converte a mente à materialidade.
  3. O terceiro tipo de orgulho é o prestígio, que é o desejo de se fazer conhecido. A pessoa espera atenção de todos e anseia por nome e fama. Este estado mental pode ser facilmente comparado com a condição mental de um mendigo. O mendigo pede dinheiro dos outros enquanto que a pessoa que almeja prestígio mendiga que os outros a respeitem. Tal desejo é realmente sem significado e sem valor.

 

O orgulho pode ser inicialmente uma simples forma pensamento que com estímulos psíquicos de diferentes tipos pode evoluir para uma larva ou um elemental. Quanto mais forte for o estímulo, tanto maior é a perda de materia mental da pessoa e tanto mais densa e vital torna-se a larva, principalmente quando aquele estímulo psíquico se repete constantemente. Nas pessoas mais sensíveis, mais instruídas e estimuláveis, a materia mental se desprende mais facilmente, por isso as larvas surgem com mais frequência e mais intensidade.

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